Diego Aguirre planejou uma coisa, mas, em cima da hora e também durante o jogo, precisou rever as ideias. As baixas de Robinho e Dátolo complicaram o trabalho do treinador no confronto com o Colo Colo, em Santiago, no Chile, pela Libertadores.

“Aconteceram muitas coisas de ontem para hoje, a lesão do Robinho, coisas que podem acontecer, mas que temos que fazer mudanças no que planejamos. Estavam previstas algumas outras coisas”, disse o treinador.

Robinho foi vetado antes de a bola rolar. O atacante sofreu uma picada de inseto na coxa e teve uma infecção no loca, além de febre. Aguirre optou por Patric no ataque, e explicou: “Minha ideia era desgastar o adversário, com um pouco mais de contensão, e tentar ganhar o jogo na segunda parte.”

A primeira parte funcionou. Mas a conclusão dos planos não foi possível. No segundo tempo, Diego Aguirre sacou Patric para a entrada de Dátolo. O argentino participou do melhor momento do time, mas durou apenas 15 minutos. Ele deixou o campo lesionado.

“Não aconteceu porque, no melhor momento nosso, Dátolo saiu. Sem Robinho, não tínhamos no banco opções ofensivas”, disse Aguirre.

O Colo Colo cresceu no jogo e abafou o Atlético, que segurou o empate por 0 a 0 e a liderança do Grupo 5.

“No nosso melhor momento do jogo, quando tínhamos controle de bola, tivemos esse problema com o Dátolo. Colocamos três volantes de marcação e o time foi muito para traz. Perdemos muitas bolas na saída. Eles cresceram. No final do jogo, na última meia hora, eles controlaram”, disse o técnico. “Mas o importante foi que, fora de casa na Libertadores, se não pode vencer, não perder é bom. Temos coisas para melhorar, tirar conclusões.”

O São Paulo evitou uma tragédia na Copa Libertadores ao empatar por 1 a 1 com o River Plate, em jogo disputado nessa quinta-feira, no Estádio Monumental de Núñez. O time corria o risco de se complicar em caso de derrota, mas teve uma apresentação razoável e não sofreu grandes sustos durante a partida. O empate, inclusive, se deve a um erro do goleiro Denis após uma cobrança de escanteio.

O ponto somado foi o primeiro do Tricolor no Grupo A da Libertadores. O time está na terceira colocação da chave, que é liderada pelo Strongest, da Bolívia, com seis pontos. Já o River Plate ocupa a segunda posição, com quatro pontos.

Os comandados de Edgardo Bauza saíram na frente do River graças a Ganso. O gol, marcado aos 17 minutos, foi o terceiro consecutivo do camisa 10. O meia também se tornou o artilheiro do São Paulo nesse ano, com quatro gols. O River, no entanto, chegou ao empate após o goleiro Denis cometer uma falha imperdoável. Aos 32, ele socou um cruzamento fácil nas costas do volante Thiago Mendes e foi encoberto pela bola.

O São Paulo tenta “virar a chave” a partir de agora e focar apenas no clássico contra o Palmeiras, marcado para as 11 horas (de Brasília) do domingo, no Pacaembu. Em seguida, o Tricolor viaja para a Venezuela, onde enfrenta o lanterna Trujillanos na quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. No mesmo dia, o River duela contra o Strongest, em La Paz.

O jogo

Preocupado em não se expor nos primeiros minutos de jogo, o São Paulo iniciou a partida recuado e sem conseguir deixar o campo defensivo. Melhor para o River Plate. Aos seis minutos, após uma cobrança de escanteio, Mercado cabeceou em frente ao gol e acertou o travessão. Na sequência, aos oito, Alario avançou pela direita, se livrou da marcação de Mena, e chutou para boa defesa do goleiro Denis.

Foi por meio da bola parada que o São Paulo conseguiu surpreender o River. Na ausência de jogadas trabalhadas, a equipe chegou ao gol após aproveitar a sobra de uma cobrança de falta efetuada por Carlinhos, aos 17 minutos. Paulo Henrique Ganso chutou de primeira, com a perna esquerda, e acertou o canto do goleiro Barovero. Faltou, contudo, aproveitar a vantagem para pressionar o adversário.

O São Paulo continuou acuado na defesa e chamou o River para o seu campo de jogo. Por mais que tenha contido as investidas dos millonarios, o time sofreu o empate em uma falha inexplicável de Denis. Aos 32 minutos, o goleiro pulou sozinho em uma cobrança de escanteio e preferiu socar a bola em vez de segurá-la. A desastrada intervenção de Denis bateu nas costas do volante Thiago Mendes, que já saía para o contra-ataque, e encobriu o arqueiro tricolor.

Após a igualdade, o São Paulo tentou reverter o cenário e construiu duas boas chances. Maicon, aos 45 minutos, foi ao ataque e teve uma cabeçada defendida por Barovero. Em seguida, Calleri pressionou o goleiro do River na saída de bola e foi derrubado por ele dentro da área. O Tricolor reclamou de um pênalti no lance, mas o juiz chileno Julio Bascuñan ignorou os protestos.

O segundo tempo teve início com intensa disputa no meio-campo e sem nenhuma alternativa ofensiva para os dois times. O técnico Marcelo Gallardo, então, sacou o volante Ponzio para a entrada de D’Alessandro, aos 12 minutos. Mas foi o São Paulo quem assustou. Aos 13, Mena cruzou da esquerda e Calleri, de carrinho, mandou por cima do gol. Após a finalização, Centurión deixou o campo com dores para a entrada de Michel Bastos – recém-recuperado de uma lesão muscular.

Não houve mudanças significativas na partida após a entrada dos dois atletas de renome. O River, aos 28 minutos, exigiu a defesa de Denis após um cruzamento de D’Alessandro não ser aproveitado por ninguém. Aos 30, Vangioni cruzou da esquerda e Alonso desviou nas mãos do goleiro tricolor. O São Paulo ainda reclamou de um pênalti em Thiago Mendes, aos 36, mas a arbitragem não viu infração no lance.

RIVER PLATE 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, na Argentina
Data: 10 de março de 2016, quinta-feira
Árbitro: Julio Bascuñan (CHI)
Auxiliares: Francisco Mondria e Marcelo Barraza (ambos do CHI)
Cartões amarelos: Mammana, Fernández (River Plate); Hudson, Calleri, Maicon, Lugano, Bruno, Ganso (São Paulo)
Gols: Ganso, aos 17, e Thiago Mendes, 32min do primeiro tempo

SÃO PAULO
Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Centurión (Michel Bastos), Ganso e Carlinhos (Mateus Caramelo); Calleri (Alan Kardec)
Técnico: Edgardo Bauza

RIVER PLATE

Barovero; Mercado, Mammana, Vega e Vangioni; Fernández, Ponzio (D’Alessandro), Domingo e Driussi (Martínez), Mora e Alario (Alonso)
Técnico: Marcelo Gallardo

O Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ganhou força no início de 2016, chegando a 1,27% em janeiro, depois de avançar 0,96% em dezembro do ano passado. Essa é a maior taxa mensal para janeiro desde 2003, quando atingiu 2,25%.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 12 meses, o indicador acumula alta de 10,71%, permanecendo acima do teto de 6,5% do sistema de metas do Banco Central e bem distante do objetivo central de 4,5%. De acordo com o IBGE, esse é o resultado mais elevado desde novembro de 2003, quando o aumento acumulado foi de 11,02%.

A expectativa dos economistas para o IPCA fechado deste ano é de 7,26%, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central, mais recente.

No primeiro mês do ano, o que mais pesou no bolso do brasileiro foram os gastos com alimentação e bebidas, que ficaram 2,28% mais caros, e transportes, que subiram 1,77%. Segundo o IBGE, esse aumento no preços dos alimentos foi o maior desde dezembro de 2002, quando chegou a 3,91%.

Os produtos consumidos dentro de casa subiram 2,89%, mais do que a alimentação fora de casa, que avançaram 1,12%. Neste mês, ficaram mais caros, por exemplo, cenoura (32,64%), tomate (27,27%), cebola (22,05%) e batata-inglesa (14,78%).

No grupo transportes, o que mais contribuiu para a alta foi o reajuste de 3,84% do transporte públicos e do avanço de 2,11% no preço dos combustíveis. As tarifas dos ônibus urbanos, por exemplo, tiveram aumento de 5,61% e dos intermunicipais, de 6,14%.

A queda de 6,31% no preço das passagens aéreas freou o aumento dos preços dos transportes, que poderia ter sido ainda maior.

Os gastos relativos à habitação também pesaram mais. De 0,49%, a variação passou para 0,81%, puxado pelo reajuste da energia elétrica, que subiu 1,61%, "por influência de aumentos ocorridos nos impostos, especialmente nas contas da região metropolitana de Porto Alegre, que ficaram mais caras em 8,70%, com pressão do PIS/COFINS e ICMS."

Fonte: G1

A partida entre Guarany de Sobral 0 x 2 Ceará, nesta quarta-feira, 3, no Junco, também foi marcada por quebradeira e prejuízos ao estádio. Segundo o Guarasol, torcedores do Ceará danificaram cadeiras e placar eletrônico da praça esportiva.

"Já existia uma certa animosidade entre as duas torcidas, provocações nas redes sociais. Dentro do estádio foi construído um muro de isolamento e, em um determinado momento do jogo, no fim do 1º tempo, a torcida do Ceará avançou até esse muro (que separa as torcidas), forçaram e derrubaram o muro. Antes de passar para o local neutro, houve reação policial, com balas de borracha.. a polícia agiu fortemente para conter. Então, os torcedores retornaram. No final da partida houve um novo fato: os torcedores quebraram as cadeiras e arremessaram um lance inteiro delas na área entre o alambrado e a arquibancada", explica Thyago Donatto, diretor jurídico do Guarany de Sobral.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS DA QUEBRADEIRA NO JUNCO

Ainda segundo ele, os danos foram causados por torcedores do Ceará e o placar eletrônico também sofreu danos. "O que nos deixou surpreso foi nada ter sido relatado na súmula", disse.

O Guarany tomará providências sobre o ocorrido. "O departamento jurídico do clube vai pedir para a administração do estádio um relatório dos anos, com registro áudio visual e outros materiais evento para encaminhar a procuradoria do TJDF-CE", concluiu.

Fonte: O Povo

RIO — Jovens adultos lutam para sobreviver após desenvolver uma forma severa da síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica que tem sido associada à infecção pelo vírus zika. Dois dos seis internados no Hospital Universitário Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, estão em estado muito grave. Todos tiveram zika no Estado do Rio e, duas semanas depois, começaram a apresentar sintomas de comprometimento do sistema nervoso. Alguns ficaram totalmente paralisados. Sua batalha é contra a doença e a falta de recursos públicos para dar assistência a vítimas do zika. Em janeiro, o hospital atendeu outros dez casos, de pacientes menos graves e que já receberam alta.

INFOGRÁFICO: CONHEÇA A DOENÇA

Normalmente, não costuma receber mais de cinco por ano. A correlação entre o zika e distúrbios neurológicos, como a síndrome de Guillain-Barré, está entre os motivos de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter decretado a emergência internacional. Embora só uma parcela pequena de pessoas com zika apresente distúrbios neurológicos, estes chamam atenção pela gravidade. Cientistas não sabem se condições preexistentes dos pacientes, como doenças autoimunes e uso de corticoides, poderiam ter ligação com o problema. Tampouco se haveria predisposição genética.

ESPECIALISTA ESTÁ ALARMADO

No Antônio Pedro, que, como tantos outros, sofre com a falta de recursos, funciona um laboratório de referência para doenças do sistema nervoso periférico na América Latina, como a síndrome de Guillain-Barré. Há especialistas altamente capacitados. Sobram pacientes. E faltam remédios e equipamentos. À frente do atendimento e das pesquisas sobre a relação entre zika e Guillain-Barré está o professor titular e coordenador de pesquisa e pós-graduação em Neurologia da UFF, Osvaldo Nascimento. Ele tem trocado informações com médicos que atendem vítimas de Guillain-Barré em Pernambuco e Rio Grande do Norte, e está alarmado.

— Temos visto que os casos associados ao zika parecem ser mais severos, com lesão dos axônios (prolongamentos dos neurônios que conduzem impulsos nervosos), do que os casos clássicos de Guillain-Barré. Além disso, o número de doentes que chegam a nós aumentou muito. Só em janeiro foram seis casos graves e outros dez com sintomas menos severos, que não necessitaram de internação — afirma Nascimento, que preside o segmento da Academia Brasileira de Neurologia no Rio.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/sindrome-associada-ao-zika-que-provoca-paralisia-explode-no-rio-18612811#ixzz3zI7WLjX6
© 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Nascimento está entre os quase 400 pesquisadores que se uniram, na quinta-feira, à rede de pesquisa de zika, dengue e chicungunha criada pela Faperj para estimular e acelerar a luta contra a epidemia causada pelo Aedes aegypti.

— Sabemos ainda muito pouco sobre como zika causa a Guillain-Barré. E tampouco o motivo de certas pessoas apresentarem a forma branda ou assintomática de zika e outras evoluírem para um quadro tão grave. Tampouco sabemos por que a doença parece evoluir de forma diferente. São quadros distintos daqueles que costumamos ver com Guillain-Barré, na qual 20% evoluem com gravidade e 5% chegam a óbito, mas acontece apenas entre 0,5 e 4 pessoas num grupo de 100.000 habitantes. O que é raro está se tornando, neste surto de infecção pelo zika, frequente. Esperamos que a rede de pesquisa nos ajude a ter mais recursos e acelerar os estudos. É uma urgência — diz o médico.

Entre os casos mais severos que Nascimento menciona está o de um jovem completamente paralisado, que respira com a ajuda de aparelhos. Ele está consciente, mas consegue mexer apenas os olhos para se comunicar.

— É muito desesperador ver casos como esse. E temos mais um paciente na mesma situação, uma mulher. Jovens pais e mães de família são tirados de suas casas, de seus empregos por uma doença que poderia não ter acontecido, se não fosse a disseminação do vírus — frisa Nascimento.

Em alguns pacientes com zika, a Guillain-Barré compromete o sistema nervoso central, o que não costuma ser visto normalmente nesta síndrome. O tratamento desses pacientes é muito caro. E médicos como Nascimento se preocupam em como continuarão a poder atendê-los. Eles precisam de imunoglobulina e plasmaferese.

PUBLICIDADE

— Só o custo por dia da UTI por paciente é de cerca de R$ 10 mil. Se você incluir os remédios, chegamos à casa dos R$ 50 mil por paciente em UTI por dia. É preciso uma ação urgente de autoridades municipais, estaduais e federais. Dos 18 leitos da UTI apenas oito são viáveis, todos ocupados com doentes graves. Se vier mais um, não podemos atender.

A situação de falta de recursos para a Saúde atinge em cheio as vítimas do zika. E recuperar um paciente na UTI é só a primeira parte do drama. As sequelas costumam ser graves; muitas vezes, a reabilitação leva anos e demanda assistência altamente especializada.

— Não temos como oferecer isso. Mas temos na UTI do hospital pacientes com esclerose lateral amiotrófica, uma doença paralisante, que estão internados há anos — lamenta o médico.

 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/sindrome-associada-ao-zika-que-provoca-paralisia-explode-no-rio-18612811#ixzz3zI7ZFBOq
© 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Fonte: G1

As chuvas que atingem a maior parte dos municípios do Ceará neste início de ano, ajudam a estabilizar o nível dos reservatórios cearenses mas não afastaram o risco e desabastecimento de água de algumas cidades. De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), dos 184 municípios cearenses, sete correm sério risco de ter problemas no abastecimento de água este ano:  Pereiro, Ipaumirim, Pedra Branca, Pacoti, Uruoca, Deputado Irapuam Pinheiro e Iracema.

Em janeiro, o volume de chuva para o mês foi o dobro da média histórica, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Atualmente, a média geral de volume de água nos 153 reservatórios monitorados pela Companhia e que abastecem o Ceará, se mantém em 13%. Do início de 2016 até agora, houve a entrada ou aporte de 296,8 milhões de m³ nos açudes monitorados, que corresponde à variação positiva de volume de 167 milhões de m³, considerando a evaporação e os consumos de água nesses reservatórios, segundo a Cogerh.

"A importância dessas chuvas é garantir que não se tenha perda de volume d'água, o que já nos ajuda nesse começo de ano", explica o secretário de Recursos Hídricos, Francisco Teixeira. No período, o reservatório que mais recebeu água foi o açude Orós, no município de mesmo nome; o que teve menor aporte foi o açude Faé, em Quixelô.

Castanhão perde água
O açude Castanhão, maior reservatório do Ceará, sofre as consequências da estiagem prolongada. Localizado no município de Jaguaribara, a 260 quilômetros de Fortaleza, o reservatório tem capacidade para armazenar 7,5 bilhões de metros cúbicos de água, mas atualmente acumula apenas 699,87 milhões, que representa apenas 10,45% da sua capacidade de armazenamento, o pior índice desde que foi inaugurado há 12 anos, de acordo com informações da Cogerh.

"No açude Castanhão, o volume de água que chegou ao reservatório devido às chuvas dos últimos 30 dias foi menor do que o volume que saiu dele, devido à evaporação e seus usos para a perenização do rio Jaguaribe e o abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza. No período, o açude recebeu 15,4 milhões de m³, mas ficou com 38,4 milhões de m³ a menos", explica Gianni Lima, assessor da presidência da Cogerh. Além de Fortaleza, outros 25 municípios são abastecidos pelo Castanhão.

Bacias
Das 12 bacias hidrográficas do Estado, seis estão com volume de armazenamento de água inferior a 10%: Baixo Jaguaribe (0,25%), Sertões de Crateús (4,69%), Curu (2,25%), Banabuiú(3,20%) e Acaraú (9,74%) e Médio Jaguaribe (9,79%).Uma têm volume armazenado abaixo de 20%: Serra da Ibiapaba (15,14%), e  apenas quatro estão com volume superior a 20%: Litoral (37,41%), Alto Jaguaribe (30,48%), Coreaú (31,66%) e Metropolitana (21,32%).

Previsão de chuvas
Segundo previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o Ceará tem 65% de chance de ter chuva abaixo da média histórica de fevereiro abril, o chamado período chuvoso. Serão 25% para a categoria em torno da média e apenas 10% na categoria acima da média.

Precipitações de 203 a 312 milímetros são consideradas em torno da média; caso chova 312 milímetros ou mais, a categoria é acima da média.Se confirmado, o Ceará entrará no maior ciclo de seca desde 1910, de cinco anos. Outro ciclo de cinco anos de seca registrado pela Funceme ocorreu no período entre 1979 e 1983.

Fonte: G1/CE

A Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagri), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará (SENAR), concluiu, nesta quinta-feira (4), a primeira etapa do curso de Agricultura Orgânica. Com um total de 120 horas/aula a oficina foi realizada no Setor VI, no distrito de Jaibaras, e no Assentamento Rajada, localizado no distrito de Aracatiaçu.

O curso, voltado para produtores de base familiar, procurou qualificar o desenvolvimento tecnológico das suas unidades produtivas. “A agricultura familiar tem respondido positivamente ao diversificar a produção, na agricultura e pecuária”, disse a titular da Seagri, Luiza Barreto. “Este curso é uma prova da competência que estes produtores vêm demonstrando, do crescimento deles de forma organizada e participativa”, concluiu.

O curso abordou os segmentos de produção orgânica de frutas e hortaliças, o preparo e aplicação de biofertilizantes e extratos de plantas, a comercialização e sua certificação, erosão do solo e empreendedorismo. A segunda etapa, com 80 horas/aula e que começa ainda este mês, será concluída no mês de março.

Fonte: Blog de Sobral

O Ceará  segue invicto no Campeonato Cearense. Nesta quarta-feira, o Vozão derrotou o Guarany de Sobral por 2 a 0, fora de casa, em Sobral, e segue liderando com tranquilidade o Grupo B.

Ambos os gols foram marcados no final do segundo tempo, após uma partida equilibrada. Aos 37 minutos, o lateral Fernandinho tentou o cruzamento, mas a bola desviou em Breno e enganou o goleiro, que só observou a bola no fundo das redes.

Nove minutos depois, aos 46, Cametá ampliou o marcador. Em jogada de pressão do Vozão, a bola chegou aos pés do jogador, que chutou cruzado e rasteiro, mas suficiente para sacramentar a vitória do Alvinegro por 2 a 0.

A próxima partida do Ceará, líder do grupo B, será neste sábado, às 16h (de Brasília), contra o Tiradentes, no estádio Presidente Vargas. Já o Guarany de Sobral enfrenta o Quixadá, apenas no dia 2 de março, às 22h.

Fortaleza vence e lidera grupo A - Com tranquilidade, o Fortaleza confirmou seu favoritismo e venceu a equipe do Maranguape por 3 a 1 nesta quarta-feira. Os gols foram marcados por Oliveira, aos nove minutos do primeiro tempo, Felipe aos 23, e Clebinho aos 37 do segundo tempo. O gol de honra do Maranguape foi Jessui, aos quatro da etapa complementar.

O líder do Grupo A Fortaleza enfrentará o Itapipoca no próximo sábado, em Sobral, às 16 horas (de Brasília). Enquanto isso, o Maranguape, terceiro da mesma chave, só voltará a campo em 17 de fevereiro, contra o Uniclinic, também às 16 horas.

Confira outros resultados do Campeonato Cearense nesta quarta feira:

Uniclinic 3 x 2 Icasa

Guarani de Juazeiro 1 x 0 Quixadá

InícioAnt12PróximoFim
Página 2 de 2

Curta nossa página