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Os agricultores cearenses que aguardavam com expectativa a divulgação da Portaria do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), liberando o pagamento do seguro safra para este mês de agosto estão indignados, pois de acordo a Portaria Nº 60, de 16 de agosto de 2016 da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, apenas 45 cidades de Minas Gerais receberão o seguro safra este mês.

O MDA ainda não se manifestou para explicar o porquê de apenas essas cidades mineiras serem contempladas neste mês.

O programa Garantia Safra prevê a busca pela melhoria das condições de convivência dos agricultores com o semiárido e cobre a perda da safra por excesso de chuvas ou período de seca, atendendo agricultores que produzem arroz, algodão, feijão, mandioca ou milho no semiárido brasileiro. O programa assegura ao agricultor familiar com renda mensal familiar de até 1,5 salário mínimo por mês, renda de R$ 850 reais paga em cinco parcelas, em caso de perda de pelo menos 50% da produção do município.

Atualmente, o Ceará é o estado com maior número de beneficiados: 249.848 agricultores devidamente cadastrados no programa. Em todo o País, são cerca de 1.055.196. Somente o Ceará representa cerca de 25% desse total, sendo os municípios de Quixadá, Banabuiú, Quixeré e Russas responsáveis pelas maiores adesões.

O Fundo do Garantia Safra é constituído pela contribuição do agricultor, que paga uma única parcela de R$ 17, e dos entes públicos: R$ 51 (Município) R$ 102 (Estado) e R$190 (União), o que equivale a um investimento total de R$ 340 por agricultor.

Cada agricultor do município que tiver a perda comprovada, segundo os parâmetros técnicos de vários órgãos como Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ematerce e Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) receberá o valor de R$ 850 divididos em cinco parcelas iguais, mensais e consecutivos de R$170.

PORTARIA – MDA – SEGURO SAFRA AGOSTO 2016 (1)

No mês das férias no Ceará, foram registrados 207 acidentes, uma redução de 8% em relação a julho do ano passado quando ocorreram, nas estradas federais,  224 acidentes. Com relação ao número de mortos, a redução foi ainda maior: 21%. Foram registradas 14 mortes em 2015 contra 11 este ano. Os dados foram divulgados nesta quintqa-feira (18), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF,  os acidentes ocorreram principalmente no fim de semana, sendo o sábado o dia com maior registro: 47 acidentes. Já a quarta-feira e o domingo foram os dias onde houve o maior número de mortes: três. Em julho, as colisões frontais e os atropelamentos de animais foram os mais letais, com cinco mortes por colisões frontais e três por atropelamentos de animais.

As rodovias federais com maior concentração de acidentes foram as BR-116, 222 e 020. Em relação às mortes, sete foram registradas na BR-116. Nesta quinta-feira, ocorreu mais uma morte na BR-116. Um adolescente de 18 anos morreu atropelado no quilômetro 2 da BR-116, em Fortaleza. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, um veículo modelo Prisma atropelou o pedestre que estava no acostamento da rodovia e em seguida se envolveu numa colisão com outro veículo.

Fiscalização
A PRF acredita que o combate ao excesso de velocidade e uso dos faróis acesos durante o dia contribuíram para a redução de acidentes. Foi em julho que a PRF  iniciou a Operação Sonic com o objetivo de intensificar o combate ao excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes e mortes em rodovias federais.

As ações desenvolvidas durante a Operação visam aumentar a conscientização dos condutores, buscando o cumprimento das velocidades regulamentadas para as vias. Em apenas um mês de intensa fiscalização, 10.812 imagens de veículos trafegando em excesso de velocidade foram capturadas pelos radares portáteis.

O excesso de velocidade aumenta o tempo necessário para a frenagem, eleva a probabilidade do motorista perder o controle do veículo e diminui a capacidade dele se antecipar a possíveis perigos, aumentando o risco de acidentes e a gravidade das lesões, daí a importância da fiscalização intensa, principalmente, durante o mês de julho, onde há o aumento do fluxo de veículos.

Além da Operação Sonic, durante o mês de férias escolares a PRF também iniciou a fiscalização relacionada ao uso dos faróis durante o dia, e em um mês de vigência da nova lei, não foram registrados, durante o dia, acidentes do tipo atropelamento de pessoa e não houve mortes por esta causa em rodovias federais de pista simples.

Morreu aos 75 anos nesta quinta-feira (18), em Fortaleza, o deputado estadual Professor Teodoro Soares (PSD). O parlamentar estava internado desde terça da semana passada, no hospital Monte Clínico.  Teodoro morreu de falência  multipla dos órgãos. O corpo será velado inicialmente na Assembleia Legislativa, depois seguirá para a Universidade Vale do Acaraú (UVA) em Sobral. O sepultamento será em Reriutaba.

Nascido em 28 de dezembro de 1940, José Teodoro Soares  presidente da Universidade da Universidade do Parlamento Cearense (Unipace) e docente da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

José Teodoro Soares foi eleito deputado pela primeira vez em 2006, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Nas eleições de 2010, ficou com uma vaga na suplência, assumindo o mandato em 2011 e se efetivando no final de 2012. Em 2014, voltou a ocupar a suplência, assumindo o mandato em 2015 pelo Partido Social Democrático (PSD).

Professor Teodoro era membro das academias Cearense de Ciências Sociais; Sobralense de Letras; e de Letras dos Municípios do Ceará. Também já foi reitor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), entre 1990 e 2006, e da Universidade Regional do Cariri (Urca), de 1987 a 1990.

O parlamentar foi ainda presidente do Conselho de Reitores do Ceará, vice-presidente do Conselho de Educação do Ceará e secretário geral adjunto do Ministério da Educação e Cultura. Ao longo da vida, publicou 32 livros.

Professor Teodoro foi casado por 36 anos com a professora e escritora Maria Norma Maia Soares, que morreu em julho de 2014. Ela foi presidente do Movimento das Mulheres do Legislativo Cearense entre 2008 e 2014.

As chuvas que atingem a maior parte dos municípios do Ceará neste início de ano, ajudam a estabilizar o nível dos reservatórios cearenses mas não afastaram o risco e desabastecimento de água de algumas cidades. De acordo com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), dos 184 municípios cearenses, sete correm sério risco de ter problemas no abastecimento de água este ano:  Pereiro, Ipaumirim, Pedra Branca, Pacoti, Uruoca, Deputado Irapuam Pinheiro e Iracema.

Em janeiro, o volume de chuva para o mês foi o dobro da média histórica, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Atualmente, a média geral de volume de água nos 153 reservatórios monitorados pela Companhia e que abastecem o Ceará, se mantém em 13%. Do início de 2016 até agora, houve a entrada ou aporte de 296,8 milhões de m³ nos açudes monitorados, que corresponde à variação positiva de volume de 167 milhões de m³, considerando a evaporação e os consumos de água nesses reservatórios, segundo a Cogerh.

"A importância dessas chuvas é garantir que não se tenha perda de volume d'água, o que já nos ajuda nesse começo de ano", explica o secretário de Recursos Hídricos, Francisco Teixeira. No período, o reservatório que mais recebeu água foi o açude Orós, no município de mesmo nome; o que teve menor aporte foi o açude Faé, em Quixelô.

Castanhão perde água
O açude Castanhão, maior reservatório do Ceará, sofre as consequências da estiagem prolongada. Localizado no município de Jaguaribara, a 260 quilômetros de Fortaleza, o reservatório tem capacidade para armazenar 7,5 bilhões de metros cúbicos de água, mas atualmente acumula apenas 699,87 milhões, que representa apenas 10,45% da sua capacidade de armazenamento, o pior índice desde que foi inaugurado há 12 anos, de acordo com informações da Cogerh.

"No açude Castanhão, o volume de água que chegou ao reservatório devido às chuvas dos últimos 30 dias foi menor do que o volume que saiu dele, devido à evaporação e seus usos para a perenização do rio Jaguaribe e o abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza. No período, o açude recebeu 15,4 milhões de m³, mas ficou com 38,4 milhões de m³ a menos", explica Gianni Lima, assessor da presidência da Cogerh. Além de Fortaleza, outros 25 municípios são abastecidos pelo Castanhão.

Bacias
Das 12 bacias hidrográficas do Estado, seis estão com volume de armazenamento de água inferior a 10%: Baixo Jaguaribe (0,25%), Sertões de Crateús (4,69%), Curu (2,25%), Banabuiú(3,20%) e Acaraú (9,74%) e Médio Jaguaribe (9,79%).Uma têm volume armazenado abaixo de 20%: Serra da Ibiapaba (15,14%), e  apenas quatro estão com volume superior a 20%: Litoral (37,41%), Alto Jaguaribe (30,48%), Coreaú (31,66%) e Metropolitana (21,32%).

Previsão de chuvas
Segundo previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o Ceará tem 65% de chance de ter chuva abaixo da média histórica de fevereiro abril, o chamado período chuvoso. Serão 25% para a categoria em torno da média e apenas 10% na categoria acima da média.

Precipitações de 203 a 312 milímetros são consideradas em torno da média; caso chova 312 milímetros ou mais, a categoria é acima da média.Se confirmado, o Ceará entrará no maior ciclo de seca desde 1910, de cinco anos. Outro ciclo de cinco anos de seca registrado pela Funceme ocorreu no período entre 1979 e 1983.

Fonte: G1/CE

A Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagri), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará (SENAR), concluiu, nesta quinta-feira (4), a primeira etapa do curso de Agricultura Orgânica. Com um total de 120 horas/aula a oficina foi realizada no Setor VI, no distrito de Jaibaras, e no Assentamento Rajada, localizado no distrito de Aracatiaçu.

O curso, voltado para produtores de base familiar, procurou qualificar o desenvolvimento tecnológico das suas unidades produtivas. “A agricultura familiar tem respondido positivamente ao diversificar a produção, na agricultura e pecuária”, disse a titular da Seagri, Luiza Barreto. “Este curso é uma prova da competência que estes produtores vêm demonstrando, do crescimento deles de forma organizada e participativa”, concluiu.

O curso abordou os segmentos de produção orgânica de frutas e hortaliças, o preparo e aplicação de biofertilizantes e extratos de plantas, a comercialização e sua certificação, erosão do solo e empreendedorismo. A segunda etapa, com 80 horas/aula e que começa ainda este mês, será concluída no mês de março.

Fonte: Blog de Sobral

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